Osteopatia Pediátrica

Muitos recém-nascidos sofrem com males que podem ser tratados pela Osteopatia. Porém, poucos pais sabem disso ou conhecem os benefícios que a filosofia oferece, que pode auxiliar no desenvolvimento do bebê e acelerar a recuperação de doenças e disfunções.

Algumas causas durante a gestação ou parto (mau posicionamento do bebê; parto difícil com complicações; fórceps; entre outros); ou logo após o parto (traumas na cabeça por queda) podem gerar indicações ao tratamento

O uso da Osteopatia em bebês é muito difundido na Europa. Em países como a França, o osteopata faz parte da equipe multidisciplinar, que atende às gestantes e os bebês, ao lado do obstetra e do pediatra, antes, durante e logo após o parto.

O TRATAMENTO PODE SER INICIADO LOGO APÓS O NASCIMENTO. Porém, no Brasil a maioria dos bebês chegam para o tratamento apenas após alguns sintomas.

Após o parto alguns sintomas podem indicar que a criança é uma candidata a passar pela Osteopatia:

  • Dificuldade de sucção no momento da amamentação;
  • Plagiocefalia (assimetria no crânio)
  • Cólica;
  • Irritabilidade e choro em excesso;
  • Sono perturbado e/ou insônia;
  • Refluxo constante;
  • Flatulência além do comum (disfunção gastrointestinal), entre outros sintomas.


O tratamento começa após uma criteriosa avaliação osteopática que deve ser completa, examinando a respiração, os reflexos, o crânio e as vísceras (órgãos), a fim de encontrar a origem dos sintomas.

As técnicas osteopáticas são realizadas com as mãos de forma tão sutil que pouco se observa a movimentação das mãos do terapeuta. Na maioria dos casos, fazem com que o bebê relaxe ao ponto de dormir durante a sessão.
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